Numa varanda de café
Olho o infinito do mar
Sentada numa mesa
Sem nunca ali estar.
O mar estava bravo
o vento fazia-se sentir
queria que não acabasse
e de nunca dali partir.
Olho mais uma vez o mar
Olho para ti de seguida
Vejo-te olhar para mim
Senti-me meio perdida....
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
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