quarta-feira, 26 de maio de 2010

A última vez


Foram vários os dias, as noites em que nossos corpos percorreram as mais diversas sensações, as mais diversas formas e sentiam neles os tremores,as ternuras, um misto de diversões.

Corpos nús que se vestiam no silencio das sombras, no mais quente recanto de meu quarto.

As maõs que percorriam os corpos , num tremendo encontro de prazer. que mais pareciam os rios a caminho do belo mar.
O mar esse sem limitações, onde as ondas rebentariam rendidas na areia da praia, naa ondas de prazer e sensação.
Rendidos nós dois, no silêncio do mar procuravamos o simples e leve prazer do amor. Naquele silêncio onde as palavras não eram necessárias ao toque ao olhar.
Esse olhar que nos fazia entender no silêncio todas as palavras que querias usar.
Nesse olhar que percorria todo o caminho até ao mar.
Abraçamos os corpos nús, percorremos caminhos maravilhosos só em pensamento, mas tudo bastava ...estavamos ali.
Abraçados, entrelaçados os corpos entre si.
Sem saber que apenas nos restava esta noita , este dia. Mais uma noite em que não partias, e não te perdia na iensidão do olhar.
Ficavas e terias sempre em mente o regresso, entre a multidão que eramos nós.
Essa multidão de sensações que me davas , qd estavas.
Esse corpo nú que devorava sem ser observada mas amada.
Sem nunca saber que apenas restava mais um dia, mais uma noite sem partires para sempre, o nú sem te perder por entre sensações estranhas que pelo corpo entranha.
Corpo estendido à espera de um toque, desejo infinito de te abraçar e beijar sem nunca me preocupar com o regresso.
Saudades, sim sem conta dos momentos em que o silêncio era rei, em quie um olhar falava e despertava o prazer.
Um olhar que dizia em que o simples toque iria perseguir para sempre no teu ser.
Sinto a tua falta, a tua companhia, fantasia.
Sinto aquela falta, aquele escondido prazer que recebia quando tua pessoa aparecia.
Surpresa, feliz ficava e encantada mais uma vez me deitava e te recebia por mais um dia, sem nunca saber que aquele era o dia que irias desaparecer.
SEm sabermos procuravamos, divagavamos no silÊncio do absoluto. Tinhamos prazer saudades verdades. SEm nunca saber que aquela noite seria o último dia de uma noite de prazer.

Sem comentários: