Procurava em ti a diferença, via em ti a mudança
como um barco que ruma, e que o mar bravo alcança
Vi que o espaço e o tempo, vivem em simples união
variam como os astros, vivem na solidão
Vi em ti a igualdade, de uma vida sentida
e contigo a dignidade de uma vida perdida
Alcanço a tua beleza, perco todo o meu esplendor
por um momento de afecto, por um adeus uma dor
Dor sentida, tristeza, que vive em minha alma inquieta
vi em ti a a certeza, de uma vida indescreta
Planeio o caminhar desta rota que percorro
Vivo dia a dia sozinha, sabendo que um dia morro.
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