Coisa estranha, que se entranha em nós, sem mandar-mos. Vemo-nos envolvidos em situações muitas delas por vezes impensáveis e complicadas.
Aparecem-nos desafios, que nos vão por á prova os nossos limites...
Julgava eu, que alguns desses limites tinha atingido de tal forma, que jamais os iria repetir, cair no mesmo erro.
Agora, com medo vejo-me distante mas perto. Sem o certo ou o incerto, para me orientar.
Deitei tudo fora da vida que até aqui levava, julgava perdida...
Hoje as coisas repetem-se sem hesitações, sem mandamentos....apenas acontecem...
Não as mando, não as coordeno, não tem sentido, divertido...
Lógico, tonto....não sei como as qualificar, julgava ter perdido o sentido.
Acordo mais um dia, e tudo parece voltar, encontrar sem poder determinar....
Vejo e recordo, com medo o passado que não foi ainda apagado, magoado.
Sinto que não vale a pena lutar, por não poder encontrar, por não poder gostar...
Gostar da vida, do encontro e reencontro. Do encanto. Da sedução., da atracção perdida muitas vezes sentida e desiludida... Dos sentimentos partilhados e encontrados mas nunca eles preparados. Das desilusões, sensações...boas e más tanto faz....
Do calor, do frio, da terra do mar....de um simples olhar....
De um olhar sentido , perdido, vazio...mas encontrado.
Sofrer a valer, sem nunca perder o medo de vencer...mesmo que essa luta não conte mas apenas se encontre, num tempo longínquo.....sem nunca acontecer...
Viver no sonho, no pensamento, e ter como fim esse mesmo sonho e lamento....do contentamento por ter vivido mais uma experiência, ciência que termina e destrói tudo o q dói no sentimento, firmamento que é a vida de um pensamento.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
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