segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Só tu...

Sinto uma falta de qualquer coisa ou alguém, não sei dizer. Um aperto que sinto, um vazio que me preenche o coração.


Estranho, esta sensação indiscritível, uma saudade sem fim. Um querer sem te ter.

Um vazio, uma recordação uma dor sem explicação. Um sentimento doentio, por quem nunca antes o sentiu.

Um viver na saudade de uma imagem, de um sorriso ao fim do dia. Quando tudo quanto queria era o presente. Presente, uma dádiva o te ter perto, junto, sorrindo.

Sentir a tua presença, quando chego de um dia vazio, saber que estás lá para me ouvir e rir...

Saber que tenho um ombro para me encostar a ver a televisão, um outro para me apoiar. Um coração que bate sem parar a chamar... por mim, por ti, por nós.

Um deitar na cama quentinha, e fazer a cadeirinha, e fazer o que apetecer sem ter tempo a perder, um abraço apertado deitado...

Uma festa, uma dança que contrabalança

Um beijo, um desejo que aumenta e tormenta.

Uma saudade sofrida, sem palavras nem medida. Que se sente, já doente. Por não te ter aqui, ai, ali.

Não interessa o lugar, o sítio a localização. Apenas te queria a ti, aqui ao pé de mim..

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Desejo da saudade

Acordo todos os dias com um único pensamento, sempre tu.


A saudade aumenta cada dia que passa, o tempo esse parece não passar e mais uma vez dou por mim a pensar...

Mais um dia sem ti, longe, distante, mas perto é certo.

Sinto uma vontade louca de te ter ao pé, este sentido de posse, este sentimento de aperto, de saudade, de uma simples vontade...

Vontade que fica, cresce e espera um dia mais passar para se libertar com um simples olhar...

Longe mas perto, onde tudo parece certo ou incerto.

Onde o desejo aumenta e acrescenta sempre mais e mais. A uma vontade louca de desejar, a presença. Sim, a tua....

A tua imagem segue-me para onde vou, os teus gestos são lembrados, o teu cheiro floresce, e cresce.

Este aperto no coração de não te ter ao pé de mim....saudades sem quantidade.

Saudades de ti, de nós que estamos sós...

Passa maldito tempo, quero-te aqui para te poder ter, beijar, amar, sem ter que mais uma vez te ver passar....

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Coisa estranha!!!

Coisa estranha, que se entranha em nós, sem mandar-mos. Vemo-nos envolvidos em situações muitas delas por vezes impensáveis e complicadas.


Aparecem-nos desafios, que nos vão por á prova os nossos limites...

Julgava eu, que alguns desses limites tinha atingido de tal forma, que jamais os iria repetir, cair no mesmo erro.

Agora, com medo vejo-me distante mas perto. Sem o certo ou o incerto, para me orientar.

Deitei tudo fora da vida que até aqui levava, julgava perdida...

Hoje as coisas repetem-se sem hesitações, sem mandamentos....apenas acontecem...

Não as mando, não as coordeno, não tem sentido, divertido...

Lógico, tonto....não sei como as qualificar, julgava ter perdido o sentido.

Acordo mais um dia, e tudo parece voltar, encontrar sem poder determinar....

Vejo e recordo, com medo o passado que não foi ainda apagado, magoado.

Sinto que não vale a pena lutar, por não poder encontrar, por não poder gostar...

Gostar da vida, do encontro e reencontro. Do encanto. Da sedução., da atracção perdida muitas vezes sentida e desiludida... Dos sentimentos partilhados e encontrados mas nunca eles preparados. Das desilusões, sensações...boas e más tanto faz....

Do calor, do frio, da terra do mar....de um simples olhar....

De um olhar sentido , perdido, vazio...mas encontrado.

Sofrer a valer, sem nunca perder o medo de vencer...mesmo que essa luta não conte mas apenas se encontre, num tempo longínquo.....sem nunca acontecer...

Viver no sonho, no pensamento, e ter como fim esse mesmo sonho e lamento....do contentamento por ter vivido mais uma experiência, ciência que termina e destrói tudo o q dói no sentimento, firmamento que é a vida de um pensamento.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ilusão

Acordo a pensar, na ilusão
de um dia poder acordar
feliz, contente, diferente
e ter-te a ti para olhar
Um olhar directo, sinsero
um olhar de felicidade
um fechar de olhos e abrir
Num coração de saudade.

Uma viagem

Os dias passam devagar
as horas parecem não passar
olho centenas para o relógio
o ponteiro está a trabalhar
Tanto tempo que demora
não vejo o tempo passar
para te ter de novo de volta
para te poder abraçar.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Estado

Triste, contente
não sei como o sente
sozinha, feliz
foi assim que eu quiz
encontrada, achada
sem nunca ser amada
perdida, infeliz
Ainda petiz
Crescer , aprender...
Sem nunca o fazer!!!!!

Vidas duplas

As vidas de hoje são estranhas
Completamente diferente de antigamente
as vidas são desfeitas
vive-se independentemente
Vidas duplas
vidas simples e confusas
vidas diferentes mas contentes
vida  que escolhes a que usas
Tens vidas separadas
vestes uma pele diferente
tens memórias perdidas
mas não sabes o que sentes
Vidas duplas,escondidas
nas mais diversas formas
vives uma vida perdida
e nunca te comformas.
Queres mais, não pode ser
A vida dupla em que vives
Podes acabar com ela
fingires que sobrevives
Estás lá quando és preciso
Dás o ombro para chorar
mas é com ela que está
sem nunca a querer deixar...